Cada qual abrange a passagem de acordo com o degrau em que se coloca.”
EMMANUEL
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Por uma ética umbandista
A profusão de valores que convivem de modo caótico na sociedade pós-moderna favorece o dinamismo dialético das relações sociais, mas parece gerar também uma carência de referenciais percebida em várias instâncias da vida cotidiana. A multiplicidade de pensamentos se evidencia no âmbito da cultura, da religião, das ideologias, da sexualidade, das artes e por aí em diante. Se, de um lado, devemos valorizar a riqueza que a diversidade produz ao incentivar olhares diferentes sobre os mesmos temas, ampliando sua compreensão; de outro lado, também devemos ter a consciência de que certas questões não deveriam ser tratadas do mesmo modo e a preservação de princípios absolutos, como a igualdade perante a lei, precisa ser garantida para o próprio exercício da pluralidade...saiba mais
Texto extraído do blog "RELIGIÕES E ESPIRITUALIDADE"
Chama Crística
Prefácio do livro Chama Crística, por Mariléa de Castro:
(...)
A pura religião atlante original, ensinada pelos Grandes Seres que vieram das estrelas, abrangia tudo que hoje conhecemos como Sabedoria Oculta. Muitos seres de singular evolução, que viriam depois a ser instrutores do planeta, foram sacerdotes e Magos Brancos dos templos atlantes, como Allan Kardec e Ramatis...saiba mais
Teologia da Felicidade
A Umbanda configura-se ao homem da pós-modernidade como um caminho possível de reencontro consigo mesmo e com os outros na busca de um mundo mais justo e igualitário uma vez que ela tem a interdependência, a responsabilidade e o respeito pela diferença como características essenciais em sua estrutura. Os conceitos de teologia e de felicidade são discutidos neste trabalho enquanto construções históricas. O termo teologia surgiu com os gregos, foi apropriado pelo cristianismo e chegou até a Umbanda por meio do cristianismo, uma das três matrizes formadoras desta religião, juntamente com as culturas africana e indígena. Porém, na Umbanda teologia ganha um sentido mais universalista, pois não há processo de centralização do poder bem como não há dogmatização da doutrina. Para discorrer sobre o que seja felicidade na Umbanda faz-se um diálogo com as concepções gregas e budistas sobre o tema. Juntamente com a revisão bibliográfica é apresentada uma pesquisa de campo realizada com 144 umbandistas do estado de São Paulo, por meio da qual observaram-se as concepções de felicidade e como a Umbanda ajuda a propiciá-la...saiba mais
Palavras-Chave: teologia – felicidade – Umbanda – espiritualidade - pós-modernidade
O Mito de origem - Uma revisão do ethos umbandista no discurso histórico
O trabalho teve como objetivo fazer uma nova leitura do mito de origem da Umbanda, marcado pela figura de Zélio Fernandino de Moraes em 1908, abordando as questões sócio-políticas culturais da época: a manipulação da mídia reforçando o embate com negros feiticeiros, curandeiros, raizeiros, cultos de possessão, medicina. Enfatizamos o confronto entre a cultura de brancos e miscigenados, com o apoio no cientificismo positivista de Comte e o evolucionismo biológico de Spencer, que defendia a eugenia, e desacreditava tudo que não fosse oriundo da cultura ocidental...saiba mais
Palavras chave: Mito de Origem, Escolas Umbandistas, Cultos de Possessão, Cultura, Juca Rosa, João de Camargo, Zélio de Moraes



